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Eis algumas
coisas que você pode fazer para realmente evitar danos
ao meio ambiente:
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Não jogue
óleos lubrificantes na sua rede de esgoto
-
Não
fique tentado a trocar você mesmo o óleo do motor de
seu carro e jogar o óleo velho no ralo. Este óleo
vai chegar com certeza a um rio e em segunda
instância, ao mar, podendo causar muitos danos.
Entre eles a morte de plânctons, mariscos, mamíferos
e aves marinhas.
-
Os
postos de gasolina encaminham periodicamente os
resíduos provenientes das trocas de óleo de volta às
refinarias, onde são processados em outros produtos
(graxa, por exemplo). Se você trocar seu óleo em
casa, guarde o óleo velho e o entregue num posto de
gasolina.
-
Estima-se
que 90% do óleo que polui os mares tem origem no
continente (restos industriais e municipais),
contribuindo os navios para os outros 10%, sendo que
destes a maior parte vem da lavagem dos tanques e
liberação de lastros de óleo e não de acidentes com
vazamentos, como se poderia supor. Na realidade os
grandes vazamentos de óleo, embora catastróficos, no
total respondem por uma quantidade muito pequena da
poluição marítima por óleo.
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Evite jogar
materiais não degradáveis (plásticos ou outros) no
ambiente.
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Certifique-se de que o lixo que você está
depositando será devidamente encaminhado. Se não
houver um programa de coleta no local onde você
estiver (um camping numa região afastada, por
exemplo), provavelmente o lixo será enterrado ou
incinerado em condições desfavoráveis. Nesse caso, o
melhor a ser feito é guardar todo o lixo não
biodegradável (plásticos, vidros) e no caminho de
volta deixá-lo em uma cidade.
-
O
plástico tem uma alta durabilidade e embora não
ofereça perigo químico por produtos de sua
degradação, constitui um grande problema no sentido
de ser confundido com alimento pelos animais
marinhos. Com frequência mamíferos e aves marinhos,
além de tartarugas, alimentam-se com pedaços de
material plástico (sacolas) e não raro morrem em
decorrência disso.
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Outro
problema envolvendo material plástico é o causado
por redes de pesca velhas que são descartadas no
mar, que oferecem perigo para mamíferos marinhos que
ficam presos nessas redes até a morte.
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Uma
curiosa exceção: na cidade de Mongaguá (SP) há uns
12 anos mais ou menos, foi realizado um projeto para
favorecer a procriação de peixes na região próxima
ao píer, frequentado por pescadores. Tal projeto
envolvia nada menos do que o lançamento dentro da
água de vários fardos de pneus velhos amarrados uns
aos outros, formando ninhos para os peixes.
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Outros
produtos nocivos à vida marinha:
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Detergentes com fosfatos
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Fertilizantes
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Cloro
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Evite
comprar produtos cuja produção esteja ligada à extração
não renovada
-
Evite
comprar móveis feitos com madeiras de lei (mogno,
por exemplo), a não ser que se tenha certeza que a
matéria-prima foi proveniente de áreas de extração
controlada e renovada.
-
Não
compre em hipótese alguma espécimes silvestres,
vegetais ou animais, pois não há nenhum tipo de
controle sobre esse tipo de extração. Vale lembrar
que a posse de espécimes silvestres atualmente é
considerada crime inafiançável.
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Não
contribua diretamente para o desmatamento
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Se
possuir uma propriedade com mata original,
preserve-a ao máximo, especialmente em se tratando
de matas ciliares (nas margens de cursos e
reservatórios de água).
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Queimadas, evidentemente, são intensamente
destrutivas no sentido de que eliminam a cobertura
vegetal original, cujas folhas caducas constituem
uma importante fonte de matéria orgânica para o
solo. Assim sendo, o que estraga o solo não é a ação
direta do calor, e sim a eliminação da fonte de
matéria orgânica.
-
Há
diversos motivos para não se acender uma fogueira,
mas é bom saber que elas não "matam" o solo, uma
espécie de crendice entre algumas pessoas. Na
realidade em locais onde foram acesas fogueiras
anteriormente o que se vê é um solo totalmete
recuperado, indistinguível do restante da área. Caso
a fogueira seja imprescindível deve-se tomar cuidado
para que o fogo não se alastre, mantendo uma
fogueira de pequenas dimensões, facilmente
controlável. Lembrar-se também de sempre apagar a
fogueira completamente após seu uso.
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Economia
dos recursos naturais
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